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O Lançamento do Hubble

Projecto: Eventos

Técnica: Trabalho de Astrologia Horária e Eleições

No dia 24 de Abril de 1990, pelas 12 horas e 33 minutos UT, o space shuttler Discovery colocou em órbita terrestre baixa o telescópio espacial Hubble. Resultado da colaboração entre a NASA e a Agência Espacial Europeia, o Hubble é um dos mais poderosos instrumentos de observação astronómica. Livres da influência da atmosfera terrestre, as imagens obtidas a partir dos seus instrumentos, têm revolucionado o nosso conhecimento sobre o universo, e constituem um importante meio de divulgação científica.

Vamos analisar o horóscopo do lançamento da Discovery:

 

Mapa Astrológico

 

A Discovery era representada pelo Ascendente, em Gémeos, pelo seu regente, Mercúrio, e pela Lua. Tanto a Lua como Mercúrio, encontravam-se fracos na Casa XII, indicadora de acções e inimigos ocultos. A resistência ao envio desta missão deve ter sido grande. A viagem era representada pela Casa IX, em Capricórnio, e pelo seu regente, Saturno. Sendo Saturno um planeta maléfico, e também o regente da Casa VIII, a do fim e da perda, a missão teve claramente problemas. Felizmente, como Saturno estava bem dignificado, esses problemas devem ter estado relacionados apenas com atrasos e com a complexidade das tarefas a executar. Por outro lado, a fraca qualidade de Mercúrio, representante universal da astrologia, sem qualquer dignidade e em movimento retrogado, diz-nos que o resultado da missão ficou bem aquém do que seria de esperar.

O produto da viagem encontra-se na Casa X, a 2ª derivada da Casa IX. A presença de Marte, o outro planeta maléfico, nesta Casa é um novo indicador de problemas. E a presença do Sol, fonte de luz, na Casa XII, era outro indicador de problemas, se tivemos em conta a carga da Discoverer. A outra fonte de luz, a Lua, já se encontrava sob o efeito do Sol, ou seja, estava tão próxima dele, que quase deixava de ser possível observá-la no céu. Era o efeito de uma Lua Nova em formação. Como a carga da Discoverer era um telescópio, esta falta de visão não era um bom sinal. Finalmente, a presença do regente da Casa XII, novamente Marte, associava esta deficiente visão ao produto da missão.

Poucas semanas depois do lançamento, as imagens devolvidas pelo Hubble apresentavam um defeito grave ao nível dos instrumentos ópticos. Após a análise das imagens, descobriu-se que o espelho principal do Hubble tinha um defeito de construção, que fazia com que as imagens tivessem uma qualidade bem inferior à pretendida. Apesar deste defeito grave, que apenas foi corrigido com a primeira missão de serviço, em Janeiro 1994, o Hubble pode continuar a enviar para a Terra imagens espectaculares do universo.

Para mais informação: http://hubble.nasa.gov/