Mapas do Mundo

Atentado a Ramos-Horta

Projecto: Mapas do Mundo

Técnica: Trabalho de Astrologia Horária

Às 6h15 da manhã, do dia 11 de Fevereiro de 2008, em Díli, Timor-Leste, o Major Alfredo Reinaldo iniciou o ataque à residência presidencial.

 

Mapa Astrológico

 

O mapa desse momento indica que, quando o Major Alfredo Reinaldo desencadeou o ataque ao Presidente Ramos-Horta, este estava bem longe de casa, como indica a posição do Sol. A acção desenrolou-se rapidamente, com a Lua no signo de Carneiro.

 

Pelo ascendente podemos dizer que o Major Reinaldo não se encontrava numa situação favorável, que pretendia acima de tudo falar e que não tinha razão para efectuar este ataque. Tinha a apoiá-lo um grupo de homens de acção, competentes e obedientes ao seu comando, representados por Marte dignificado na Casa V. Pela péssima posição de Mercúrio junto ao ascendente, podemos dizer que a mensagem transmitida pelo Major Reinaldo foi mal entendida pelo adversário, acabando por provocar baixas.

 

O Presidente Ramos-Horta também se contrava numa posição desfavorável, longe de casa mas, como a conjunção com o Nodo Norte, acabou por ter a sorte do seu lado. A escolta presidencial não era tão aguerrida como os adversários mas possuia bom equipamento e iria lutar até ao fim. A boa posição ocupada por Vénus e Júpiter indicam isso. Apesar disso verificava-se alguma falta de profissionalismo.

 

Apesar do aparato, o atacante não tencionava efectuar um combate. Não era essa, aliás, a intenção de nenhuma das partes.

 

Quando o ataque teve início o Presidente estava a fazer o seu jogging habitual. Poucos minutos depois um guarda presidencial atingiu mortalmente o Major Reinaldo. O ataque acabou por durar cerca de 30 minutos, mas ainda existem muitas dúvidas sobre o que realmente se passou.

O primeiro telefonema para a polícia, a relatar o ataque, ocorreu apenas às 6:59, 44 minutos depois do início do ataque do Major Reinaldo.

Por volta das 7 horas (não tenho a hora exacta), o Presidente Ramos-Horta foi atingido por um homem embuscado a 20 metros de sua casa. Gravemente ferido, conseguiu ainda telefonar às 7:13 para a sua chefe de gabinete, a pedir ajuda.

Entretanto, os seus homens, no quintal da mesma casa, permaneceram nas posições, sem o ajudar. O mesmo aconteceu com as forças internacionais, que tinham ordens para não intervir na segurança do Presidente.

Os únicos a intervir foram a GNR e o INEM, que foram chamados logo às 7:00, segundo o relatório oficial, sairam do quartel às 7:11 e chegaram ao local às 7:15 conseguindo salvar o Presidente.